
Por Leticia Navarro, jornalista da G&M News.
Quais as estratégias de impacto, campanhas e patrocínios que a empresa desenvolveu para diferenciar-se da concorrência?
A Betsul busca se diferenciar no mercado por meio de uma estratégia baseada em brasilidade, inovação, credibilidade e proximidade com o cliente. Entre seus principais diferenciais, estão o foco na excelência do atendimento, sendo a primeira casa de apostas do setor a conquistar o selo RA1000 do Reclame Aqui, além de oferecer uma experiência tecnológica diferenciada como a única operadora com aplicativos nativos para iOS e Android. A empresa também investe em práticas de jogo responsável e em iniciativas de impacto social, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade do setor. No campo do marketing e da construção de marca, a Betsul tem como destaque a campanha “Torcedor Roxo”, desenvolvida para o ciclo da Copa do Mundo de 2026, que fortalece a conexão emocional da marca com os torcedores brasileiros. Entre seus principais patrocínios e ações de visibilidade, estão a parceria com o programa ‘Os Donos da Bola’, da Band, além de ativações com influenciadores digitais e presença em eventos de grande repercussão, como o Fight Music Show, ampliando seu alcance junto aos públicos de esporte e entretenimento.
As regras para a publicidade das bets estabelecidas pelo Governo brasileiro buscam promover o conceito de jogo responsável. Qual sua análise sobre esta questão?
As regras estabelecidas pelo Governo Federal para a publicidade das apostas são um passo importante para o amadurecimento e a sustentabilidade do setor no Brasil. Elas ajudam a reforçar o conceito de jogo responsável, promovendo uma comunicação mais transparente. As apostas esportivas devem ser encaradas como uma forma de entretenimento, e não como uma fonte de renda. Por isso, é fundamental que as operadoras adotem medidas de proteção aos jogadores, oferecendo ferramentas de controle, limites de utilização e ações de conscientização sobre o uso responsável. Durante eventos de grande alcance, como a Copa do Mundo de 2026, quando naturalmente há um aumento no interesse do público e no volume de apostas, esse compromisso se torna ainda mais relevante. Na Betsul, trabalhamos para garantir uma experiência segura e responsável, investindo em tecnologia, monitoramento e iniciativas de educação do usuário, sempre alinhados às melhores práticas do mercado e às exigências regulatórias.
Atualmente, a IA vêm revolucionando o segmento iGaming. Como vê a incorporação destas tecnologias no setor? Quais os recursos tecnológicos que a Betsul utiliza, diante do aumento de fluxo de apostas e transações na Copa do Mundo 2026?
A Inteligência Artificial tem sido uma grande aliada do setor de iGaming, contribuindo para tornar as operações mais eficientes, seguras e personalizadas. Na Betsul, a tecnologia é utilizada para aprimorar a experiência do usuário, oferecendo uma navegação mais intuitiva, e recomendações mais relevantes e personalizadas. Além disso, a IA auxilia no monitoramento de atividades, na prevenção a fraudes e nas iniciativas de jogo responsável. Com a expectativa de aumento no volume de apostas durante a Copa do Mundo de 2026, a empresa vem fortalecendo continuamente sua infraestrutura tecnológica, ampliando a capacidade de processamento, os sistemas de monitoramento e os mecanismos de segurança. Esses investimentos garantem uma operação preparada para atender à demanda do evento com eficiência, confiabilidade e a melhor experiência possível para os clientes.
A G&M News tem abordados assuntos referentes à relação entre operadoras e provedores, principalmente em seus eventos, como a próxima conferência em São Paulo no dia 13 de agosto de 2026 no Cubo Itaú. Poderia fazer uma análise do alcance destes debates e abordagens para as empresas, além das entidades e representantes que devem se posicionar neste sentido?
Os debates promovidos por empresas especializadas no setor como a G&M News têm um papel fundamental no amadurecimento do mercado de iGaming no Brasil. Ao reunir operadoras, provedores, reguladores, associações e demais stakeholders, esses encontros contribuem para a construção de um ecossistema mais seguro, transparente e alinhado às exigências da regulamentação. A relação entre operadoras e provedores é um dos pilares da indústria, pois envolve questões essenciais como segurança tecnológica, integridade das operações, proteção de dados, prevenção a fraudes e conformidade regulatória. Quanto maior o diálogo entre esses agentes, maior a capacidade do setor de estabelecer boas práticas e elevar seus padrões de governança. Nesse contexto, é importante que todos os participantes do setor tenham uma atuação ativa. Operadoras, provedores de tecnologia, entidades representativas, órgãos reguladores e empresas de compliance precisam trabalhar de forma colaborativa para garantir um ambiente sustentável e confiável para o mercado e para os consumidores.







